DEZEMBRO DE 2018 - BOAS FESTAS -- PARA TODOS VOTOS DE UM 2019 COM COISAS BOAS ESPECIALMENTE SAÚDE

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sábado, 18 de dezembro de 2010

104 - Lancha com os "Checas" chegando a Metangula



-Nesta data de 21/03/1973, tal e qual como na altura escrevi na foto, estavam a chegar a Metangula os "Checas" que nos iriam render em Nova Coimbra. O meio de transporte mais seguro era fazer a picada entre Vila Cabral e Meponda junto ao lago do Niassa e depois dali até Metangula numa viagem de lancha da marinha, neste caso uma LDM.  
-De Metangula para Nova Coimbra era de novo em coluna.
-Uma coluna directa entre Vila Cabral e Nova Coimbra era na altura muito dificil e de alto risco, pois a Frelimo movimentava-se com grande facilidade na zona e as picadas (estradas para nós) estavam em mau estado e bastante minadas.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

103 - Torre de controle do aeroporto de Vila Cabral



-Esta foto é da torre de controle do aeroporto de Vila Cabral, que eu recordarei sempre com saudade pois dali parti e cheguei de avião muitas vezes, ou para Nampula ou a caminho de Nova Coimbra quando ali estava a minha companhia em missão e me deslocava a Vila Cabral afim de ir buscar material para as viaturas. 
-Não sei quem é o seu autor a quem desejo tudo do melhor na vida, mas simplesmente digo com franqueza que a retirei do google.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

102 - LUNHO - Vista aérea

 
-LUNHO (Vista aérea):  Esta foto é do "famoso" aquartelamento do Lunho e só os que lá cumpriram "Missão" ou que por ali passaram ou visitaram como foi o meu caso é que poderão ajuizar o que é viver longe de tudo e de todos no meio do mato, sujeitos a ataques da Frelimo a qualquer momento e ter capacidade para dar resposta aos mesmos.
-Estive em Nova Coimbra a cerca de 15/20 Km (?), (onde a situação era parecida embora ali a dois Km existisse o aldeamento do mesmo nome, onde nós íamos pelo menos aos Domingos) e apenas lá fui uma vez para visitar o meu camarada da "Ferrugem", aproveitando a coluna que foi colocar a minha companhia no mato para uma operação, mas fiz jura de não mais lá voltar, pois no regresso fomos emboscados na picada e embora sem consequências, apanhei um valente susto.  Eu não era especialista atirador, mas mesmo assim ainda consegui disparar dois carregadores da G3 na direcção do mato. Uffa... Nunca mais. 


terça-feira, 23 de novembro de 2010

101 - Navio Niassa, a caminho de Moçambique


-Andei a ver umas fotos perdidas num baú lá na casa da minha mãe e descobri esta que documenta cá esta personagem jogando cartas, quando da viagem no navio Niassa a caminho de Moçambique. Esta foto tem por tráz a data de 24-10-1971.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

100 - Massangulo (Uma foto do quartel)



-Não sei a origem desta foto, apenas sei que é da entrada do quartel em Massangulo, onde a C.Caç.3468 passou algum tempo em comissão.

sábado, 6 de novembro de 2010

99 - Uma mini aldeia no mato



-Quando numa viagem de comboio de Catur para Vila Cabral, tirei esta foto a uma mini aldeia que estava ali bem perto onde o comboio passava. São poucas as palhotas mas aparentemente bem ordenadas.
-Sei que havia muitas outras espalhadas por vários locais, mas duma maneira geral os aldeamentos eram localizados e havia nos mesmos as autoridades locais como o régulo e pelo menos dois ou mais polícias locais pagos pelo estado.

domingo, 24 de outubro de 2010

98 - Muita fome e miséria


-Para mim que sempre fui inconformado por saber que há por esse mundo fora pessoas a morrer à fome, trago aqui uma foto que tirei junto ao lago do Niassa, ali bem perto da povoação da Chuata, quando da minha presença em Nova Coimbra e das idas aos banhos e das pescarias com granadas no lago.
-Fazer um comentário sobre o estado físico deste natural de Moçambique è deveras complicado.
-Isto foi há já 38 anos, mas quantos serão os seres humanos por esse mundo fora que estarão nestas miseráveis condissões neste momento?
-E quanto é que muitos estragam em luxos desnecessários, que poderiam minimizar este problema ?

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

97 - Seios de mulher africana invulgares



-Esta foto que guardei junto de tantas outras, documenta uma mulher africana com uns seios deveras invulgares. Não conheci esta mulher, nem faço a mínima idéia onde seria a zona onde habitava, mas devido ao facto de ser pouco natural esta desenvultura dos seios trago aqui a mesma, sabendo que não sou o único portador da mesma imagem, pois há outros camaradas que também a têm. 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

96 - Aniversário da data de partida


-Em 06/10/1972 estávamos em Nova Coimbra onde comemorámos um ano de comissão. Nesta foto podemos ver a minha pessoa de rádio/gravador na mão gravando o festival musical, intrepertado por um grupo de verdadeiros artistas, entre eles o Macias que está com a guitarra e infelizmente já não fáz parte dos vivos. De olhos fechados está o Lobão (G.E.), parecendo estar a sonhar com outra realidade.

-Em 06/10/2010 fêz trinta e nove anos que partimos de Lisboa a caminho de Moçambique, transportados no navio Niassa.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

95 - Uma imagem de fome


-Nesta foto que me chegou ás mãos na altura em que passei por Moçambique e guardei para recordação, apenas posso dizer com grande mágua que há por esse mundo fora muita gente a passar fome enquanto uns quantos se vão banqueteando de tudo do melhor que lhes der nas ganas. Mundo injusto e cruel em que os líderes políticos apenas olham para as suas barrigas e dos seus. Até quando esta dura realidade ?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

94 - Mãe Moçambicana


-Uma Mãe é e será sempre mãe em qualquer parte do mundo. A mim quando da minha chegada a Moçambique fiquei surpreendido pela forma como estas mães transportavam os seus filhos e até como os amamentavam, sem quaisquer preconceitos como esta foto mostra.
-Lembro que as crianças eram transportadas ás costas para todo o lado suspensas por um pano que envolvia os filhos e as mães pela cintura e ombros. Até nos trabalhos agrícolas e outros elas transportavam os filhos desta forma, daí a minha curiosidade e admiração na altura. Depois com o tempo fui-me habituando a conviver com esta realidade e passei a ser um admirador destes usos e costumes.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

93 - Moçambicanos pacientes esperam por algo...



-Esta foto documenta com rigor o quanto se pode ser paciente para esperar por algo...
-Aqui estes naturais de Moçambique estariam num local qualquer (não posso precisar), à espera de possívelmente um transporte, ou junto a uma estação do comboio ou de uma coluna militar, que no caso da minha companhia era normal dar-se boleia a estas povoações, quando devidamente organizadas, sendo esta acção por nós praticada inserida na óptica da "acção psicológica".

terça-feira, 31 de agosto de 2010

92 - Um ano de Comissão, aniversário em Nova Coimbra.



-Na data de 06/10/1972 fizémos um ano da data da partida de Lisboa no navio Niassa, a caminho de Moçambique.
-Todos quantos viveram por dentro esta passagem na vida, sabem que por sistema a cerveja era uma companhia diária pois para além de matar a sede, ajudava a matar as tritezas de cada um. Nestes dias comemorativos a coisa tinha sempre um fim mais ao geito de se beber sem sede, resultando daí algumas "cadelas".
-Na foto tirada na "majestosa" messe de sargentos de Nova Coimbra (qualquer coisa como meia dúzia de chapas zincadas erguidas do chão), o pessoal comemora a data e a objectiva captou da esquerda para a direita os furrieis (há mais mãos a erguer os copos): Matos (Vaguemestre); Louro (Mecânico Auto); Silveirinha (Falecido); Lobão (G.E.) e Américo (Enfermeiro).

domingo, 8 de agosto de 2010

91 - Nova Coimbra "Acção psicológica" 2

-Quando da nossa passagem por Nova Coimbra, pelos melhores motivos, a nossa presença não passou despercebida à população do aldeamento com o mesmo nome . Lembro-me muito bem do dia em que pela primeira vêz atravessámos este aldeamento nas viaturas a caminho do quartel que se situava a cerca de dois kilómetros na direcção do Lunho. Enquanto os militares da companhia que íamos render faziam a festa com a nossa chegada, os naturais quase nem para nós olhavam ou faziam-no com ar de ódio, coisa que não é muito dificil de perceber.
-Os dias e as semanas foram-se passando e esta situação teria que ser alterada, pois a nós não interessava este estado de coisas, nem mais ou menos. Sabíamos que nesta povoação moravam muitos dos militares da Frelimo com as suas famílias, embora não se soubesse ao certo quem eram. Assim passou-se a uma tomada de posição chamada de "acção psicológica" coisa que no início pareceu estranha para os naturais (talvez porque outros nunca antes o fizéssem desta forma), mas depois passou a ser vista com bons olhos e aceite por todos.
-Então o nosso Capitão mais o Vaguemestre tiveram uma conversa com o RÉGULO da aldeia para lhe apresentar a inovação e os detalhes de como se ia processar. Assim em frente à casa do régulo fez-se um corredor onde cada um iria estar em fila e seria da responsabilidade do régulo a ordem para tudo funcionar a contento.
-Pois bem a novidade seria que todos os domingos depois do nosso almoço no quartel, iríamos ali distribuir pelas crianças e pelos velhos uma arrozada de bacalhau. Os cozinheiros confeccionavam num dos panelões da sopa este prato, carregava-se numa viatura e lá íamos distribuir o mesmo conforme o combinado. Para nós era indiferente de quantas vezes os miudos íam para a fila afim de levarem mais uma malga de comida para as suas casas(palhotas); até haver seria distribuido, pois os mais velhos tinham outras dificuldades em se movimentarem. Lembro que a determinada altura até os de meia idade se apresentavam com a sua malga para se abastecerem. 
-Desta forma simples se conseguiu trazer as populações para as nossas relacções de amizade, embora as vidas de cada um continuassem como antes, eles na Frelimo e nós no quartel. Parece coisa pouco clara, mas só um doido é que vai matar alguém que lhe dá de comer e à família pelo menos uma vez por semana e que até pode beber uma cerveja à sua conta de vez em quando lá na tasca.
-Outras formas de ajuda que fizémos, entre elas a doacção de gasóleo para iluminação; as boleias de e para Metangula nas nossas viaturas quando lá nos deslocávamos; o empréstimo das viaturas para irem buscar o milho e a mandioca; a assistência de enfermagem no quartel pelos nossos enfermeiros; a venda de bens alimentares no quartel, etc..
-Tudo isto não foi demais para atingirmos os fins pretendidos.
-A seguir mostro algumas fotos que tenho, relacionadas com a distribuição da arrozada de bacalhau:

-Aqui estou sem divisas na companhia do condutor Fitas a distribuir a arrozada.
-Numa zona de guerra os galões e divisas só podem ser prejudiciais a quem os usa.
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-Outra foto com os mesmos intervenientes da anterior.
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-Aqui o cenário repete-se e aparece um homem de cor que me parece ser um dos nossos militares naturais a colaborar com a distribuição ?..
-Pela data que está na foto já fêz no mês passado 38 anos que foi feita esta acção. 
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-Continuo a distribuir a alimentação e o pessoal vai esperando pela sua vez com as malgas.

domingo, 1 de agosto de 2010

90 - Nova Coimbra "Acção psicológica"



-Nesta foto podemos ver um grupo de militares da C.Caç.3468 fazendo "Acção psicológica" junto da população de Nova Coimbra, algo que acontecia todos os fins de semana especialmente aos domingos á tarde depois do almoço. Como se pode ver serão as crianças e os velhos que dominam as nossas atenções, pois os de idade intermédia eram na maioria militares da Frelimo, que assim mesmo nos acompanhavam numa cerveja num tasco que havia na aldeia.
-Da esquerda temos o enfermeiro Fonseca; os furrieis Almeida, Alvim (falecido), Louro e Barbosa e ainda o condutor Rodrigues mais conhecido pelo S.Pedro.
-Pormenor muito importante: o condutor S.Pedro transporta às costas a G3 (inseparável para todos nós), enquanto dos restantes militares alguns usavam (?) pistolas militares. Eu e o vaguemestre comprámos um revólver civil de calibre 32, devidamente legalizado e com liçença de uso e porte de arma que me acompanhava sempre, bem assim como uma faca de mato, embora na maioria das situações me fizésse acompanhar da minha "adorada" G3 que dormia sempre à minha beira e prontinha a responder a uma necessidade imediata. Sempre bem limpa e cuidada era o meu "ai jesus" e de igual modo dos restantes camaradas mais atentos e cuidadosos, pois embora esta arma fosse de uma grande fidelidade e de uma qualidade excelente, também precisava de cuidados especiais.

domingo, 25 de julho de 2010

89 - Nova Coimbra - Depósito de água.




-Nesta foto tirada em Nova Coimbra, podemos ver em primeiro plano o depósito de água que servia para o abastecimento das necessidades básicas do pessoal no quartel. Este depósito por sua vez era abastecido por uma bomba existente num furo que entretanto se avariou e por muito que se pedisse apoio para a reparação da mesma, sei apenas que quando saímos dali o cenário era o mesmo. Para fazer face a este grande problema, todos os dias havia uma viatura e pessoal escalados para ir ao rio Lunho fazer o abastecimento de água, a cerca de cinco kilómetros, uma tarefa nada segura em virtude de estarmos numa das zonas onde a Frelimo estava muito activa e todos os cuidados eram poucos.
-Do lado direito podemos ver ainda um morro que foi feito pelas formigas e bem me lembro que devido ao seu tamanho, havia muitos dos naturais que comiam estas mesmas formigas.
-Parece que eram doces... Gostos...

domingo, 18 de julho de 2010

88 - Nova Coimbra - Dois operacionais da Frelimo capturados



-Nesta foto tirada em Nova Coimbra, estão dois operacionais da Frelimo que tinham sido capturados pelos G.E. 101, sob o comando do na altura sargento ajudante Biguane.

Irei aqui descrever uma história verídica que se passou comigo e estes homens:
-Começo por dizer que quando fui mobilizado para prestar serviço militar em Moçambique mentalizei-me que a questão relacionada com "A Guerra" própriamente dita pouco ou nada me dizia e como tal em vez de utilizar a minha G3 iria tentar ser útil ás pessoas necessitadas dos aldeamentos por onde íamos passando, tentando ajudar naquilo que as mesmas mais precisavam, dentro das minhas possibilidades e do que tinha na minha secção auto.
-Quando cheguei a Nova Coimbra, deparei-me com muitos naturais pedindo gasóleo para iluminação, coisa que segundo me disseram o anterior fur.mecânico não dava. Falei com o Capitão da Companhia e resolvemos ajudar. A coisa no início era complicada pois as pessoas apareciam com garrafas e em grande quantidade. Resolveu-se falar com o "Régulo" da aldeia e passou a ser ele a distribuir o gasóleo depois de lá se ter colocado um bidom. Esta foi uma medida bem aceite pela população da qual se sabia ser grande parte familias de operacionais da Frelimo. Para nós pouco nos importava, pois a acção psicológica era muito importante numa guerra de guerrilha como aquela.
-Fizémos outras campanhas de acção psicológica que contarei noutra peça mais adiante, mas ainda relacionado com a minha secção, digo que se chegou a uma certa confiança com a população ao ponto de na época da apanha do milho e da mandioca se mandar uma viatura para ir à machamba buscar estes espécies de alimentos para a aldeia. È certo que se tomaram as medidas necessárias para a segurança do condutor e da viatura e nestas condições ìa outra viatura com uma secção devidamente armada e acompanhada de enfermeiro e transmissões, não fosse haver alguma surpresa.

Tudo isto que descrevi tem a ver com o que conto de seguida:
-Quando eram capturados alguns elementos da Frelimo, normalmente ficavam numa cela improvisada durante alguns dias até que os pides os fossem buscar; o mesmo se passou com estes dois. Eu tinha por hábito visitá-los e dar-lhes umas cervejas, tabaco e alguma comida e ao mesmo tempo conversar com eles. Foi então que um me perguntou se eu me lembrava da emboscada que tínhamos sofrido quando do regresso do Lunho numa das colunas para colocar a companhia em operações no mato. Pois eu de facto bem me lembrava, já que da primeira vêz que saí para ir ao Lunho visitar o meu camarada mecânico, no regresso acontaceu mesmo. Vinha eu na cabine da primeira viatura, que era uma berliet e a determinada altura ouviram-se duas rajadas vindas do mato que naquele local tinha as árvores cortadas a cerca de 50 metros da picada para maior segurança a uma emboscada. Fiz o que o restante pessoal fêz depois da coluna ter parado, ou seja saltar para o chão e o pessoal habilitado fêz fogo de reconhecimento; não houve resposta e continuámos a viagem até Nova Coimbra.
-Dizia-me este homem: sabe furriel, nós conhecemo-lo bem e teria sido fácil alvejá-lo de rajada àquela distância, mas o senhor não o merecia. Fomos nós que disparámos as rajadas, mas não para matar, apenas para intimidar. Esta companhia tem sido amiga de ajudar o povo da aldeia. Mas não se esqueça dum conselho, nunca ande numa coluna no primeiro carro, pois é sempre o primeiro a ser alvejado e se fossem outros grupos que não o conhecessem podia ser fatal.
-Pois apenas vos digo que ao Lunho nunca mais fui e cada vêz que ía numa coluna passei a andar mais nos carros do meio, aceitei com reconhecimento os ensinamentos que aquele homem me deu. Pudera....

domingo, 4 de julho de 2010

87 - Nova Coimbra - Armas capturadas à Frelimo


-Quando da nossa passagem por Nova Coimbra, as operações no mato programadas e com objectivos definidos, originaram confrontos com a Frelimo e captura de armamento pelos nossos militares.
-Aqui neste aquartelamento de Nova Coimbra também estavam sediados um grupo de G.E. (forças militares formadas por naturais de Moçambique e comandados por militares da Província, sendo raras as excepções como é o caso deste grupo que era comandado pelo Sargento Biguane também Moçambicano), e que também tinham grandes confrontos no assalto às bases da Frelimo de onde resultava a captura de vário armamento e outros.
-As armas que estão nas fotos seguintes não tenho a certeza quem as capturou em virtude de tanto a minha companhia como os G.E.101, o terem feito:

-Foto tirada junto ao armamento capturado apenas para servir de recordação, pois como Fur. Mecânico Auto não tive qualquer saída para o mato.

-As outras fotos tiradas que tenho em meu poder:

terça-feira, 29 de junho de 2010

86 - Nova Coimbra - Postos de sentinela.




-Nestas duas fotos pode-se ver um dos postos de sentinela que havia em Nova Coimbra, onde havia em permanência pessoal de serviço, bem assim como armamento adequado para resposta imediata a um possível ataque da Frelimo. 


quinta-feira, 24 de junho de 2010

85 - Nova Coimbra - Noite em que o porco fugiu da pocilga e foi morto a tiro por sentinela.



-Nesta data de 30/07/1972, estávamos em Nova Coimbra e o Matos (Meu camarada vaguemestre) tinha numa pocilga um porco que ia criando com os restos do rancho.
-Eram cerca de uma da manhã, quando se ouviu uma rajada de G3 e aí imediatamente o quartel se pôs de pé e pronto para o que de pior estivésse para acontecer.
-O pessoal tenta saber o que teria acontecido e para espanto geral, o sentinela de um posto apercebeu-se de um animal a aproximar-se e não se fêz rogado abateu-o logo ali. Ligou-se o gerador eléctrico e lá estava o porco que o Matos estava a criar, ali postrado à espera de ser amanhado, pois teve a imprudência de sair da pocilga ir dar uma volta e tentar regressar sem avisar nem nada.
-Pois bem no dia seguinte o rancho lá mehorou um pouco, graças à ousadia de um porco que por sinal já era bem grande.
-Aqui nesta foto eu e o Matos estamos  a ver o estado em que o animal ficou.